
Da Weasel acompanhados por Rui Massena e orquestra são o primeiro nome do cartaz
O festival MEO Marés inicia um novo capítulo da sua história em 2026, com a mudança para o concelho de Matosinhos, onde vai decorrer nos dias 17, 18 e 19 de julho, na Praia do Aterro.
A apresentação oficial do evento teve lugar hoje na Câmara Municipal de Matosinhos e ficou marcada pelo anúncio do primeiro nome confirmado do cartaz: Da Weasel, que sobem ao palco no dia 17 de julho com um espetáculo especial, acompanhados por orquestra e sob a direção do maestro Rui Massena.
Depois de quase duas décadas a realizar-se em Vila Nova de Gaia, o festival — anteriormente conhecido como MEO Marés Vivas — passa agora a designar-se MEO Marés, numa reestruturação da marca que visa reforçar a sua identidade e projeção internacional. A mudança de nome e de localização assinala, segundo a promotora PEV Entertainment, um momento de crescimento e consolidação do evento, sem abdicar do ADN que o tornou uma referência no panorama musical nacional.
O concerto dos Da Weasel promete ser um dos momentos mais marcantes da edição de 2026, recuperando o espírito do espetáculo “Da Weasel Goes Symphonic”, apresentado há 20 anos junto à Torre de Belém, em Lisboa. Para além de novos arranjos orquestrais criados de raiz, o espetáculo contará ainda com a estreia ao vivo de um tema inédito da banda.
Em conferência de imprensa, o presidente executivo da PEV Entertainment, Jorge Lopes, sublinhou que o novo recinto, junto ao mar, mantém a capacidade global de 120 mil pessoas ao longo dos três dias (40 mil por dia), bem como os principais elementos que caracterizam o festival, como os cinco palcos temáticos, a roda gigante, as áreas de restauração e os espaços dedicados a experiências culturais e de lazer. O responsável destacou ainda a forte aposta do MEO Marés em matérias como sustentabilidade, inclusão, mobilidade, segurança e acessibilidade, reforçadas pela nova localização.
A presidente da Câmara Municipal de Matosinhos, Luísa Salgueiro, manifestou satisfação por acolher o festival no concelho, destacando o seu impacto cultural, económico e metropolitano.
“É com braços abertos que recebemos este festival, que se insere numa vasta programação cultural do município. Queremos que a Área Metropolitana do Porto seja um espaço onde os grandes eventos acontecem. Queremos que esta seja a primeira de muitas edições. A localização é imbatível e temos experiência na realização de eventos de grande escala. O MEO Marés é um grande evento com impacto metropolitano e que promove a região”, afirmou.
A autarca sublinhou ainda que a vinda do festival para Matosinhos contribuirá para a dinamização da cidade, com impacto positivo na restauração, hotelaria e comércio local, reforçando a ligação do evento ao território e à vivência urbana e cultural do concelho.
Para além da programação musical, o MEO Marés assume-se como um festival de experiências, pensado para públicos de todas as idades, promovendo o convívio entre famílias, amigos e visitantes, num ambiente acessível e inclusivo, com o mar como pano de fundo.
Os restantes nomes do cartaz serão anunciados ao longo das próximas semanas.
No âmbito da responsabilidade social, a promotora anunciou ainda que por cada bilhete vendido até ao final de fevereiro serão doados cinco euros a instituições das regiões mais afetadas pela tempestade Kristin, que recentemente provocou vítimas mortais e elevados prejuízos materiais, sobretudo na região Centro do país. O valor angariado será canalizado para apoiar populações e territórios atingidos pelo mau tempo.
Os bilhetes já se encontram à venda, com o bilhete diário a custar 50 euros e o passe para os três dias 100 euros, que podem ser adquiridos em https://blueticket.meo.pt/pt/event/15865

