Conteúdo atualizado em29 de abril de 2024às 15:25

"Monólogo de uma mulher chamada Maria com a sua patroa"
O teatro regressou, nesta quinta e sexta-feira, ao Teatro Municipal de Matosinhos Constantino Nery com duas sessões que esgotaram a sala.
“Monólogo de uma mulher chamada Maria com a sua patroa” é o título roubado clandestinamente a um texto do livro “Novas Cartas Portuguesas”, e que dá o mote para este espetáculo com criação, texto e interpretação de Sara Barros Leitão.
Parte-se da criação do primeiro Sindicato do Serviço Doméstico em Portugal para contar a história, ainda pouco conhecida, pouco contada, pouco reconhecida, pouco valorizada, do trabalho das mulheres, do seu poder de organização, reivindicação e mudança. É a história das mulheres que limpam o mundo, das mulheres que cuidam do mundo, das mulheres que produzem, educam e preparam a força de trabalho. Esta é a história do trabalho invisível que põe o mundo a mexer.
Este espetáculo é apresentado no âmbito do Aurora, no caminho para a igualdade, um projeto desenvolvido pela Pé de Cabra que conta com o apoio da República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes e Comissão Comemorativa 50 anos 25 de Abril.
FICHA ARTÍSTICA
Criação e interpretação: Sara Barros Leitão
Assistência à criação: Susana Madeira
Coordenação da pesquisa: Mafalda Araújo
Desenho de Luz: Cárin Geada
Desenho de Som: José Prata
Figurinos e cenografia: Nuno Carinhas
Produção: Susana Ferreira
Operação de Som: Mariana Guedelha ou Maria Peres
Operação de Luz: Cárin Geada ou João Teixeira
Execução de costura: Ponto Sem Nó
Concepção de Maquinaria: António Quaresma
Registo de vídeo: Mariana Vasconcelos
Design: Marta Ramos
Residência de co-producao: O Espaço do Tempo
Co-produtores: 23 Milhas, Fundação Centro Cultural de Belém, A Oficina, Cine-teatro Louletano, Teatro Académico Gil Vicente, Teatro do Noroeste, Centro Dramático de Viana, Teatro Municipal Baltazar Dias, Teatro Nacional São João, Teatro Viriato
Parceria Livraria Poetria