Passar para o Conteúdo Principal
C.M Matosinhos
EducaçãoNotícias

Projetos educativos inovadores

Secretário de Estado da Educação visita EB1/JI do Padrão da Légua e Escola de Segunda Oportunidade de Matosinhos

02.10.19

O Secretário de Estado da Educação, João Costa, visitou hoje dois casos de sucesso em Matosinhos.

O primeiro é o projeto de autonomia e flexibilidade curricular que está a ser implementado na EB 1/JI do Padrão da Légua, na sequência da entrada em vigor do Decreto-lei 55/2018.

O documento, que abrange os ensinos básico e secundário, pretende dotar as escolas de autonomia para um desenvolvimento curricular adequado a contextos específicos e às necessidades dos seus alunos, envolvendo alunos, professores, família e comunidade.

Em Matosinhos, este projeto envolve, além da Câmara Municipal, os agrupamentos de escolas, as uniões de freguesia, a MatosinhosHabit e a ADEIMA- Associação para o Desenvolvimento Integrado de Matosinhos.

A visita contou com a participação da Presidente da Autarquia, Luísa Salgueiro, da Presidente da Assembleia Municipal, Palmira Macedo, do Vereador da Educação, António Correia Pinto, e do presidente da junta da união das freguesias de S. Mamede de Infesta e Senhora da Hora, Leonardo Fernandes.

Seguiu-se uma visita à Escola de Segunda Oportunidade de Matosinhos, localizada em S. Mamede de Infesta, onde foi assinado o protocolo de formalização da aplicação do Programa 2O- Segunda Oportunidade, entre a Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares, a Câmara Municipal de Matosinhos, o Agrupamento de Escolas Prof. Óscar Lopes, e a Associação para a Educação de Segunda Oportunidade.

O programa do Governo, publicado em Diário da República a 6 de agosto, teve como base o caso de sucesso da Escola de Segunda Oportunidade de Matosinhos, um projeto pioneiro no país lançado em 2008 com o apoio da autarquia e que atua sobre a exclusão social.

Assim, o protocolo agora formalizado visa promover a inclusão dos jovens que abandonaram o sistema educativo há pelo menos um ano, com idades compreendidas entre os 15 e os 24 anos, reconhecendo a necessidade de implementar medidas específicas de inclusão destes jovens, que exigem uma intervenção coordenada, sistemática e permanente entre diversos intervenientes (docentes, famílias, técnicos da segurança social, tribunais, instituições de acolhimento e outras entidades), que permitam desenvolver medidas adequadas ao seu melhor interesse, proporcionando uma alternativa educativa capaz de os motivar a construírem projetos para as suas vidas, e de promover a sua integração social e profissional.

image title
image title
image title
image title
image title
image title
image title
image title
image title
image title
image title
image title
image title
image title
image title
image title
image title
image title
image title
image title
image title

Artigos relacionados: