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C.M Matosinhos

Alertas

ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos - Atualização de preços

Direção-Geral do Consumidor - Feliz Natal em segurança 2017

Campanha de recolha de veículos de passageiros da marca Dacia, modelos Logan II e Sandero II

Campanha de recolha de veículos de passageiros da marca Renault modelo clio IV

Campanha de recolha de veículos de passageiros da marca Dacia modelos Duster, Logan e Sandero

Campanha Mundial OCDE sobre queda de mobiliário

Campanha de Recolha de Produto: "Bicicleta BTT Rockrider 520S, da marca B’TWIN, tamanhos M, L e XL e códigos: 2168389, 2168390 e 2168391"

Campanha de recolha de veículos de passageiros da marca “Renault", modelo "Megane IV"

Campanha de recolha de veículos de passageiros da marca “Mitsubishi", modelo "L200"

"Suspensão imediata da comercialização e a retirada do mercado de produtos da marca Pluricosmética"

Campanha de recolha de veículos de passageiros da marca “Peugeot", modelo "Partner III"

Campanha de recolha de veículos de passageiros/comerciais da marca “Renault", modelo "Trafic III"

Retirada do mercado do produto Dormix Gel

Campanha de recolha de veículos de passageiros da marca “Toyota” e modelo “Prius”

Campanha de recolha de veículos de passageiros da marca “Opel", modelos "Adam e Corsa"

Campanha de recolha de veículos de passageiros da marca “Nissan", modelo "Navara (D23)”

Campanha de recolha de veículos de passageiros da marca “Volvo", modelos " V40, V40CC, S60, S60CC, V60, V60CC, XC60, S90, V90 e XC90"

                        

Comissão propõe normas rigorosas em matéria de privacidade para todas as comunicações eletrónicas

A partir de 25 de maio de 2018, entra em vigor em todos os Estados-membros o Regulamento relativo à proteção de pessoas singulares no que diz respeito ao tratamento de dados pessoais e à livre circulação desses dados - Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados.

Adicionalmente e em complemento à entrada em vigor deste regulamento, a Comissão propôs ontem, dia 10 de janeiro, novas regras que visam fortalecer a privacidade dos consumidores nas comunicações eletrónicas, alargando a sua aplicação a todos os prestadores de serviços de comunicações.

Neste novo projeto de regulamento «Privacidade e Comunicações Eletrónicas» a Comissão propõe várias medidas, de que se destacam:

• Novos intervenientes: As regras de proteção da vida privada passarão igualmente a aplicar-se aos novos prestadores de serviços de comunicações eletrónicas, tais como o Whatsapp, Facebook Messenger, Skype, Gmail, iMessage ou Viber.
• Regras mais estritas: Todos os cidadãos e empresas da União Europeia (EU) beneficiarão do mesmo nível de proteção em relação às suas comunicações eletrónicas. As empresas também beneficiarão de um conjunto de regras único em toda a UE.
• Conteúdo das comunicações e meta dados: A proteção da vida privada será garantida tanto no que respeita aos conteúdos das comunicações eletrónicas como aos meta dados (por exemplo, a data e hora e localização da chamada). Ambos os elementos devem, ao abrigo das regras propostas, ser anonimizados ou suprimidos se os utilizadores não tiverem dado o seu consentimento, exceto se os dados forem necessários, por exemplo, para faturação.
• Novas oportunidades comerciais: Se forem autorizados a explorar os dados das comunicações (conteúdo e/ou meta dados), os operadores de telecomunicações tradicionais terão mais oportunidades para utilizar dados e prestar serviços adicionais.
• Regras mais simples em matéria de testemunhos de conexão («cookies»): As novas regras permitirão aos utilizadores controlar melhor os seus parâmetros, proporcionando uma maneira fácil de aceitar ou recusar os cookies e outros identificadores de rastreio das suas atividades em caso de risco para a privacidade.
• Proteção contra o «spam»: A proposta proíbe todo o tipo de comunicações eletrónicas não solicitadas, por qualquer meio, nomeadamente, mensagens de correio eletrónico, SMS e, em princípio, também chamadas telefónicas, se os utilizadores não tiverem dado o seu consentimento.
• Controlo mais eficaz: O controlo da aplicação das normas de confidencialidade previstas no regulamento incumbirá às autoridades nacionais de proteção de dados

Para mais informações consulte:

http://europa.eu/rapid/press-release_IP-17-16_pt.htm 

A Direção-Geral do Consumidor

                         

Novas regras sobre prioridade no atendimento

                      

Lista das Entidades de Resolução Alternativa de Litígios de Consumo

Entidades de Resolução Alternativa de Litígios

                       

Acesso universal e gratuito ao Diário da República

Foi publicado o Decreto-Lei n.º 83/2016 de 16 de dezembro que estabelece como serviço público o acesso universal e gratuito ao Diário da República, nele incluídos todo o seu conteúdo e funcionalidades, fixando as condições da sua utilização, e procede à extinção do respetivo serviço de assinaturas.

O Diário da República é exclusivamente editado por via eletrónica e é disponibilizado no sítio na Internet gerido pela INCM (https://dre.pt/), que compreende, obrigatoriamente:
a) O texto legal dos atos que careçam de publicação no Diário da República;
b) Uma ferramenta de consulta atualizada do texto consolidado, sem valor legal, da legislação relevante do ordenamento jurídico;
c) Uma ferramenta de consulta de um tradutor jurídico de termos;
d) Uma ferramenta de pesquisa, através de descritores de termos, de atos que careçam de publicação no Diário da República;
e) Informação jurídica devidamente tratada e sistematizada;
f) Interligação com bases setoriais de informação jurídica complementar, designadamente jurisprudência, direito comunitário, orientações administrativas e doutrina;
g) O envio gratuito para o correio eletrónico dos respetivos subscritores desse serviço dos índices da 1.ª e 2.ª série do Diário da República;
h) Funcionalidades de acesso para cidadãos com necessidades especiais;
i) A identificação de todos os sítios na Internet destinados à publicitação oficial setorial ou especializada de determinadas categorias de atos sujeitos a divulgação obrigatória.

A Direção-Geral do Consumidor

                            

Resolução Alternativa de Litígios de Consumo

Tem um litígio de consumo?

Sabia que deve sempre contactar primeiro o fornecedor do bem ou o prestador do serviço para tentar resolver o problema?

Sabia que pode resolver litígios de consumo fora dos tribunais?

A resolução alternativa de litígios de consumo disponibiliza uma justiça acessível, célere e simples, sem custos ou pouco dispendiosa para os consumidores.

Leia atentamente este folheto e fique a saber que, em caso de litígio de consumo, existem mecanismos à disposição dos consumidores e das empresas para os resolver.

FOLHETO - RESOLUÇÃO ALTERNATIVA DE LITÍGIOS DE CONSUMO

                             

A PLATAFORMA EUROPEIA DE RESOLUÇÃO LITÍGIOS EM LINHA (RLL) ENTRA EM FUNCIONAMENTO A PARTIR DE 15 DE FEVEREIRO

Com vista a reforçar a confiança nas compras por via eletrónica e assim dar um importante contributo para a estratégia do Mercado Único Digital da União Europeia, a Comissão Europeia lança a nova plataforma para resolução alternativa de litígios entre consumidores e comerciantes em linha

A partir de 15 de fevereiro de 2016, a plataforma de resolução de litígios em linha (plataforma RLL, também designada plataforma ODR - online dispute resolution) estará disponível para os consumidores e os fornecedores de bens e prestadores de serviços. Pretende-se que esta nova plataforma, acessível através da internet, constitua para os consumidores uma forma fácil e rápida de resolver os seus litígios de consumo, decorrentes de uma compra ou contratação de serviços feitos em linha.

Os fornecedores de bens e prestadores de serviços estabelecidos na União Europeia que celebrem contratos de venda ou de serviços em linha devem disponibilizar nos seus sítios eletrónicos uma ligação à plataforma RLL.

Nos termos do Regulamento (UE) n. º 524/2013 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 21 de maio de 2013, sobre a resolução de litígios de consumo em linha (Regulamento RLL):

• devem informar os consumidores da existência da plataforma RLL, caso sejam aderentes ou estejam obrigados a recorrer a uma ou mais entidades de Resolução Alternativa de Litígios de Consumo;

• devem disponibilizar uma ligação eletrónica à plataforma no seu sítio eletrónico e se a proposta contratual ao consumidor for efetuada através de mensagem eletrónica, facultá-la nessa mesma mensagem.

As informações devem ser igualmente prestadas nos termos e condições gerais aplicáveis aos contratos de venda e serviços em linha.

Tais obrigações não prejudicam as demais informações prestadas pelos comerciantes aos consumidores, já consagradas na Lei n.º 144/2015, de 8 de setembro, que transpôs a Diretiva sobre a Resolução Alternativa de Litígios (Diretiva 2013/11/UE, de 21 de maio de 2013), nem noutras disposições previstas na legislação da União Europeia, relativas à informação aos consumidores sobre procedimentos de resolução alternativa de litígios, as quais se continuam a aplicar para além destas.

A lista das entidades de Resolução Alternativa de Litígios de Consumo (RAL) é publicada na plataforma RLL.

As entidades de RAL em Portugal e do Centro Europeu do Consumidor (CEC), que é ponto de contacto nacional da plataforma, também estarão ligados à plataforma.

Para melhor esclarecimento, junto se envia nota de imprensa e ficha informativa da Comissão Europeia.

Para mais informações contactar o Centro Europeu do Consumidor euroconsumo@dg.consumidor.pt.