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Quarteto de Cordas de Matosinhos

16 de março pelas 21h30 no Teatro Municipal de Matosinhos Constantino Nery

14.03.19

Um é búlgaro e primeira viola da Filarmónica de Berlim. O outro nasceu na Hungria, é um dos violoncelistas da elite mundial desde que venceu o Concurso Pablo Casals e tem atuado com as mais diversas orquestras do mundo, de Bremen a Singapura. Szűcs Máté e László Fenyö vão estar em Matosinhos no sábado, 16 de março, pelas 21h30, para um concerto em que atuarão com o Quarteto de Cordas de Matosinhos, vencedor do prémio Rising Star da Organização Europeia de Salas de Concerto em 2014.

Integrado no programa Música de Matosinhos, o recital incluirá a interpretação do “Sexteto para cordas nº2, em Sol maior, op.36”, de Johannes Brahms, e do “Sexteto para cordas, em Lá maior, op.48”, de Antonín Dvorak – duas peças que, por si só, são consideradas obras-primas dos respetivos compositores.

O “Sexteto para cordas nº2, op.36” é referido como uma das mais etéreas composições longas de Brahms, escrita entre o outono de 1864 e a primavera do ano seguinte, em Baden-Baden. Teve a sua estreia nos EUA, mais concretamente em Boston, no Massachusetts, a 11 de outubro de 1866, estando incluído na banda sonora do filme “Crimes a Sangue Frio”, de Bertrand Blier e com Gérard Depardieu no papel principal.

A peça de Antonín Dvorak foi escrita, no essencial, em maio de 1878 e foi a primeira obra do compositor a estrear fora da Boémia, mais concretamente em Berlim, a 9 de novembro de 1879. Inspirado na métrica tradicional húngara, o sexteto é reconhecido pela espontaneidade inventiva e pelo modo como contaminou a música erudita com sonoridades do folclore do centro da Europa e da música cigana.

+info: https://www.digitalconcerthall.com/en/film/351 
+info: https://laszlofenyo.com/ 

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