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C.M Matosinhos
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Salvé Camões, o amigo oculto

13 de dezembro no Museu da Quinta de Santiago

11.12.18

Está a chegar ao fim a décima quarta temporada da iniciativa Salvé a Língua de Camões, que há quase quinze anos divulga textos e dramaturgos das várias margens da lusofonia. Na última sessão de 2018, que decorrerá esta quinta-feira, 13 de dezembro, pelas 22 horas, no Museu da Quinta de Santiago, em Leça da Palmeira, o público participante nesta espécie de celebração natalícia terá direito a participar no sorteio para uma dupla prenda: um texto e um elenco.

not camões“Camões – Amigo Oculto” constitui, assim, uma sessão especial desta iniciativa, durante a qual serão lidos excertos dos vários textos que este ano foram objeto de leitura encenada no âmbito do projeto Salvé a Língua de Camões. Serão, assim, sorteados e lidos fragmentos das peças “Ensaio sobre o espetáculo”, “A Espantosa Câmara dos Espelhos do Senhor Ninguém”, “Crer que no fundo do pote de argila a vida não oxida”, “Quarto77”, “Frankenstein, Fragmentos da guerra”, “Alto Falante”, “Siameses”, “Michel III – uma farsa à brasileira”, “Lacunas” e “Imortais”.

Concebido para promover a divulgação de dramaturgias em língua portuguesa, apresentando leituras encenadas de textos de autores consagrados e emergentes, o projeto Salvé a Língua de Camões dará a conhecer dez autores numa só sessão: Marco António Garbellini, Cláudia Maria de Vasconcellos, Drika Nery, Leonardo Alkmim, Sérgio Roveri, Lena Roque, Paulo Faria, Fábio Brandi Torres, Daniela Schitini e Newton Moreno.

Com direção de Nuno Malela, as leituras encenadas estarão a cargo de Afonso Quintã, Ana Raquel Araújo, Fátima Maganinho, Julieta Teixeira, Nuno Malela e Patrícia Barbosa, aos quais se juntarão os elementos do público que não consigam resistir à tentação de dar voz aos textos dos amigos secretos da língua de Camões.

Salvé a Língua de Camões é um projeto da Companhia de Teatro Reator e da Câmara Municipal de Matosinhos, que contam com a parceria do Teatre dels Argonautes, de Barcelona, e do Centro de Dramaturgia Contemporânea, de São Paulo. A participação nas sessões implica o pagamento de uma taxa de 1 euro.

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