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C.M Matosinhos

Salubridade Urbana

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Gestão de Resíduos no Concelho de Matosinhos


O que acontece aos resíduos (lixo) que todos nós colocamos, comodamente, no contentor ou em sacos à porta de casa? Provavelmente nunca pensou nisto!
Os Resíduos Sólidos Urbanos (R.S.U.) constituem hoje um dos grandes problemas das Sociedades Modernas, sendo a sua gestão um dos aspetos mais preocupantes.
 
Os resíduos formam parte da realidade diária de todos nós, e a sua recolha e eliminação são os principais problemas que os Municípios enfrentam nesta matéria.
 
É imprescindível a colaboração de todos nós para, de uma forma planeada, nos responsabilizarmos pelas palavras “Planeta”, “Ambiente”, “Qualidade de Vida”, “Desenvolvimento Sustentável”, de modo a melhorarmos todas estas ideias e ideais, reconduzindo cada uma para a melhor vertente de si própria.
 
As soluções mais eficazes passam pela colaboração de todos, designadamente os cidadãos, agentes económicos e Município.
 
A Gestão de Resíduos Sólidos Urbanos constituiu um grave problema aos serviços de higiene e limpeza da Câmara Municipal de Matosinhos, até há uns anos atrás.
 
Hoje, este problema está praticamente extinto, pois todas as soluções implementadas nos últimos anos pelo Município decorrem para bom porto.
 
A lixeira existente em Santa Cruz do Bispo foi, nos inícios dos anos 90, transformada em Aterro Sanitário Controlado, eliminando assim os problemas inerentes à deposição selvagem dos resíduos.
 
Com o decorrer dos anos, as tecnologias foram avançando e o Aterro Sanitário foi deixando de ser considerado como a melhor solução para os resíduos. Com os estudos daí inerentes, a solução considerada como a de menor impacto ambiental foi a Central de Valorização Energética, seguindo assim as exigências da legislação comunitária, para a qual os resíduos do Município de Matosinhos estão a ser encaminhados desde o fim da década de 90. Simultaneamente a esta solução investe-se cada vez mais na separação dos R.S.U. na origem e o posterior encaminhamento para reciclagem.
 
A reciclagem não pode ser vista como um processo individual. A Autarquia não pode apresentar resíduos devidamente separados às empresas recicladoras se os Munícipes não fizerem a separação dos mesmos em suas casas. É fundamental referir que toda gente é responsável pelo sucesso desta política, desde a dona de casa que separa os seus lixos domésticos até aos intervenientes diretos nos diferentes sistemas de transformação para possibilitar a reciclagem dos materiais. Como tal, tem-se apostado ao máximo na sensibilização ambiental, de modo a que todos os Munícipes possam participar e contribuir ativamente na resolução dos nossos problemas.

Assim, necessitamos que a sua contribuição seja cada vez mais notória tanto na escolha dos produtos de consumo cada vez mais “amigos do ambiente”, evitando o uso excessivo das embalagens, optando por produtos reutilizáveis ou recicláveis, como na separação e correto encaminhamento para os diversos meios à sua disposição dos resíduos produzidos, para em conjunto contribuirmos para a melhoria da Qualidade de Vida de todos nós e juntos alcançarmos as metas impostas pela Comunidade Europeia para a reciclagem.