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OJM e José Soares no Nery

Teatro Municipal recebe mais um concerto do ciclo Novos Talentos do Jazz

03.11.18

O saxofonista José Soares foi o convidado da Orquestra Jazz de Matosinhos (OJM) para o nono concerto do ciclo Novos Talentos do Jazz que se realizou na noite de ontem, 2 de novembro, no Teatro Municipal de Matosinhos Constantino Nery.
O ciclo Novos Talentos do Jazz regressou, assim, ao saxofone, e com um nome sonante na nova geração. Estudante de Mestrado no Conservatório de Amesterdão, José Soares regressou a Portugal para uma noite especial onde se ouviu música de Edu Lobo/Chico Buarque, Pedro Guedes, Carlos Azevedo, Kurt Rosenwinkel, mas também do próprio José Soares, que se estreou a solo em disco em 2006.
Presença frequente na cena jazzística nacional, o saxofonista lidera o seu Quarteto com Mané Fernandes, Francisco Brito e Marcos Cavaleiro, e é membro ativo de vários projetos cujo trabalho é reconhecido e aclamado pela crítica, tais como: Ensemble Super Moderne, Omniae Ensemble de Pedro Melo Alves, AXES, The Mantra of the pHat Lotus de Mané Fernandes e Jeffery Davis Quinteto, entre outros.
Licenciado pela Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo, José Soares foi finalista no Concurso Nacional de Instrumentos de Sopro em Oliveira de Azeméis e vencedor do Prémio Jovens Músicos, na categoria Combo Jazz, com o Eduardo Cardinho Quinteto.
Recorde-se que o ciclo Novos Talentos levado a cabo pela OJM, e cuja missão é revelar alguns dos melhores solistas da nova geração do jazz português, começou em 2014 e o instrumento eleito foi a voz. Sofia Ribeiro foi a primeira cantora convidada, a que se seguiu, em 2015, Rita Maria. No final desse ano ainda houve tempo para o saxofone de Ricardo Toscano, e 2016 começou com João Mortágua. Com Mané Fernandes as atenções viraram-se para a guitarra, no final de 2016, tendo 2017 começado ao piano, com Gonçalo Moreira, e acabado com o acordeonista João Barradas. Em 2018, estreou-se o vibrafone neste ciclo de novos talentos num concerto da OJM com Eduardo Cardinho, tendo-se agora regressado ao saxofone com José Soares.
As origens da Orquestra Jazz de Matosinhos remontam a 1997 ainda como Héritage Big Band, antes de assumir o nome atual em 1998 depois de um protocolo com a Câmara Municipal de Matosinhos.
A Orquestra Jazz de Matosinhos é uma instituição sem fins lucrativos que tem por objetivo promover a criação, a investigação, a divulgação e a formação na área do Jazz.
Cruzando ambição internacional com sentido de responsabilidade local, a Orquestra tem investido de forma continuada no desenvolvimento de projetos artísticos diversificados, de projetos formativos coerentes e na edição discográfica de jazz português. Considerada pioneira num território largamente inexplorado, a OJM é dirigida por Pedro Guedes e Carlos Azevedo e composta por 18 músicos.

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