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Cibersegurança nas PME

Seminário dedicado aos riscos de um ciberataque e às suas consequências

10.10.18

A Cibersegurança nas Pequenas e Médias Empresas (PME) foi hoje tema de um seminário que decorreu no auditório da Biblioteca Municipal Florbela Espanca, com o apoio da Câmara Municipal de Matosinhos.
Esta iniciativa da Academia de PME do Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação (IAMPMEI) decorre de uma parceria com a Cisco Systems Portugal, no âmbito de um Programa de Capacitação de PME em Cibersegurança.
O objetivo é informar gestores e quadros das PME portuguesas sobre os riscos de um ciberataque e as suas consequências.
Artur Pereira, da Cisco, explicou aos gestores de PME a importância de “olhar para a cibersegurança como um investimento e não como um custo”.
“É um mito dizer-se que só as grandes empresas são atacadas. Há três tipos de empresas: as que já foram atacadas, as que ainda não foram atacadas e as que já foram, mas que ainda não sabem”, adiantou Sérgio Pinto, também da Cisco.
Conhecer as várias ameaças, saber quais as motivações por detrás dos ataques, saber como se pode proteger e adotar comportamentos que permitam uma maior proteção para cada negócio foram as temáticas abordadas.
Segundo Sérgio Pinto, “a maior porta de entrada dos ataques é o email nas empresas”. “Mas nem sempre é com tecnologia que se resolve”, afirma. “O elo mais fraco é sempre o utilizador. Mesmo com os maiores cuidados, há sempre o fator humano, a distração, seja através de um email fraudulento, de um website ou até de uma pen USB”, explicou.
Operadoras telefónicas primeiro, depois os bancos, foram inicialmente os alvos dos “hackers”. Seguiram-se as grandes empresas e as entidades públicas. À motivação financeira juntou-se a informação, “o bem mais valioso para um hacker”. Muitas vezes para evitar perdas de confiança por parte dos consumidores ou parceiros, as consequências legais e financeiras desses ataques, as empresas pagam o resgate que lhes é pedido, mesmo sem saber se o seu problema fica resolvido.
A Cisco defende, por isso, a necessidade de proteger toda a informação de carácter confidencial, dados pessoais, informação sobre acordos e contratos, stocks, pagamentos, operações, entre outros dados relevantes.
Entre as principais recomendações, destaca-se a instalação de uma firewall, de um antivírus e de um antispyware, a utilização de uma proteção baseada em DNS, a utilização de um motor de busca para spam, a atualização do software, a criação de passwords únicas para cada aplicação, ter algum cuidado com o acesso às redes de wifi públicas, fazer backups da informação, usar o modo privado nos browsers, usar programas adequados para apagar dados permanentemente e utilizar dois fatores de autentificação de forma a proteger a privacidade online.

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