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C.M Matosinhos
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Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses

Matosinhos foi o terceiro município do país com mais investimento em 2017

10.10.18

Câmara subiu três posições no ranking da eficiência financeira, tendo reduzido a dívida em 4%

A décima quarta edição do Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses, relativo ao ano de 2017, traz boas notícias para Matosinhos. O documento, da autoria dos professores João Carvalho, Maria José Fernandes e Pedro Camões, e que conta com o apoio do Tribunal de Contas, da Ordem dos Contabilistas Certificados e do Centro de Investigação em Contabilidade e Fiscalidade, indica que a Câmara Municipal de Matosinhos melhorou a sua eficiência financeira, ocupando agora o 12º lugar do ranking nacional e o segundo no distrito do Porto. Relativamente a 2016, o concelho subiu três posições.
O anuário, apresentado na semana passada, indica ainda que Matosinhos foi o terceiro município do país com mais investimento em 2017, com 28 milhões de euros, apenas superado por Lisboa (153M€) e pelo Porto (42M€). Os bons indicadores continuam também na lista das câmaras com maior capacidade de gerar recursos, ocupando Matosinhos o sétimo lugar deste ranking, logo atrás do Porto.
Matosinhos conseguiu ainda, segundo este documento, reduzir o seu passivo em 4% durante o ano de 2017. A dívida rondava, no final do ano, os 60 milhões de euros, ocupando o décimo lugar desta classificação, contrabalançada pelo facto de ser o quinto município com maior dívida a receber (21M€). Matosinhos aparece ainda em 19º entre as autarquias com maior volume de juros e encargos financeiros (1M€), sendo o 16º município com maior diferencial negativo entre amortização de empréstimos e pedido de novos empréstimos, do que resulta um saldo positivo de 2 milhões de euros.
O município surge em sétimo no ranking das autarquias com maior receita cobrada de derrama (7M€, mais 2M€ face a 2016) e em décimo segundo lugar entre os concelhos com maior diminuição da receita de IMI (cerca de um milhão). Matosinhos seria, porém, o 25º município que mais perderia receita com o IMI se este imposto estivesse fixado na taxa máxima (perda de 5M€).

not Anuário Financeiro

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