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C.M Matosinhos
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Piratas em Leça da Palmeira

Cerca de 30 mil pessoas participaram na recriação histórica

09.07.18

A recriação histórica dos Piratas em Leça da Palmeira terminou ontem, 8 de julho.

Foram três dias de grandes aventuras que tiveram como cenário o Forte Nossa Senhora da Neves e a sua zona envolvente e que conseguiram envolver cerca de 30 mil pessoas numa viagem no tempo cheia de animação.

Pelo sétimo ano consecutivo, a zona envolvente do Forte Nossa Senhora das Neves, em Leça da Palmeira, voltou a ser invadida por corsários, escravos e mestiços, turcos e jesuítas, judeus e cristãos-novos, alquimistas loucos, bruxos desastrados, astrónomos, matemáticos e físicos, príncipes e poetas, comerciantes, artesãos, pescadores, nobres, mendigos, marinheiros, envolvidos numa enorme azáfama e que nos fizeram regressar ao séc. XIV.

De 6 a 8 de julho, os visitantes tiveram a oportunidade de se cruzarem com inúmeras personagens do universo pirata nesta popular recriação histórica plena de coisas para descobrir.

A programação foi vasta e dirigida a todos os públicos. Além das tabernas e barraquinhas de artesanato e gastronomia, foram muitas as atividades que perpassaram a música, a dança, a acrobacia, os espetáculos de aves exóticas, os treinos da guarnição real, o baile de máscaras ou o espetáculo piromusical.

Recorde-se que Matosinhos tem uma importância histórica nas “aventuras” portuguesas na descoberta do mundo. Quando, na época dos descobrimentos e das seguintes trocas comerciais com os territórios conquistados, os ataques entre impérios eram frequentes, a coroa portuguesa “contratou” piratas para pilharem as embarcações inimigas. A costa de Leça e Matosinhos, principalmente o Forte de Nossa Senhora das Neves, era um dos principais pontos estratégicos dos corsários.

A recriação do universo dos piratas faz as delícias de todos, mas principalmente dos mais pequenos. As diversas ações focadas nas personagens piratas, o movimentado mercado, a música, dança, baile de máscaras, lutas e julgamento dos piratas, leilão de escravos, caça do tesouro, etc. são o mote perfeito para a recriação do ambiente de um porto de mar, da agitação dos embarques e desembarques dos navios.

Com este evento, além de divulgar o património histórico e cultural de Matosinhos, a Câmara Municipal pretende atrair o turismo e incentivar a economia local. Mais um ano e mais uma vez a adesão do público mostra que esta é uma aposta ganha.
Para o ano há mais. Até lá.

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