Conteúdo atualizado em8 de junho de 2026às 16:53

Compositor argentino e Orquestra Jazz de Matosinhos apresentaram “Querer” na Casa da Arquitectura
O ciclo “Jazz na Real Vinícola”, iniciativa da Câmara Municipal de Matosinhos em parceria com a Orquestra Jazz de Matosinhos, arrancou no passado sábado, 6 de junho, na Casa da Arquitectura, com a apresentação ao vivo de “Querer”, o mais recente disco da orquestra em colaboração com o compositor argentino Guillermo Klein.
O concerto de abertura assinalou o regresso de mais uma edição do programa “Jazz na Real Vinícola”, que ao longo do mês de junho volta a transformar o espaço da antiga Real Vinícola num palco dedicado à música para big band, à improvisação e à criação artística contemporânea.
A estreia de “Querer” destacou-se pela fusão entre a linguagem singular de Guillermo Klein e o trabalho da Orquestra Jazz de Matosinhos, proporcionando ao público uma experiência musical centrada na exploração harmónica, na dinâmica orquestral e na liberdade criativa característica deste projeto colaborativo.
O ciclo “Jazz na Real Vinícola” prossegue agora com uma programação que inclui mais três concertos de entrada livre, sempre às 18h00, reunindo artistas nacionais e internacionais e cruzando diferentes linguagens musicais, do jazz à eletrónica, passando pela tradição musical portuguesa reinterpretada em contexto contemporâneo.
No próximo sábado, dia 13 de junho, sobe ao palco a Orquestra de Jazz do Hot Clube de Portugal, que assinala 35 anos de percurso artístico com o espetáculo “Impermanência(s)”, explorando a fronteira entre a música improvisada e a música erudita contemporânea.
A 20 de junho, a Orquestra Jazz de Matosinhos reencontra-se com a artista Ana Lua Caiano, num espetáculo que cruza a música tradicional portuguesa com sonoridades eletrónicas, agora integrado no formato de grande ensemble de jazz.
O encerramento do ciclo está previsto para 21 de junho, com a “Grande Pesca Sonora – Que Grande Lata! (A Sequela)”, uma criação do Programa Educativo da Orquestra Jazz de Matosinhos que junta mais de uma centena de participantes, entre os 5 e os 70 anos, numa performance inspirada no universo das conservas e no quotidiano das antigas fábricas conserveiras.